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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

VANESSA BOER


Eu gostei da maneira que a ilustradora Vanessa Boer  apresenta sua coleção de lápis vintage. Vi este material na web e me chamou a atenção, porque na realidade não são lápis de cor e sim de grafite, mas com uma palheta  de cores  externas coloridas. 
http://www.vanessaboer.com/

Jeromer Olivet, revolucionando o design

Jerome Olivet é um francês , designer professor de desenho prospectivo e  já trabalhou com grandes empresas internacionais, como a Alessi, a Thomson, a Baccarat, Nissan, Roche Bobois.   Ele é considerado um dos designers mais modernos e cultuados nestes últimos anos.  
Suas criações estão nas coleções dos museus de arte moderna do mundo.
Seu design tem algo de um arrojamento de linhas e sintetiza o mundo moderno, alertando-nos para a perfeição do design e criando um novo mundo de consumo.
Ele desenvolve bolsas que podem ter diversas funções, com extremo bom gosto em material  de couro ou tencológico, impermeável  e térmico.
Seu universo de produção mostra que é possível ampliar as emoções humanas, através do design.
Jerome Olivet criou uma  própria marca com uma coleção de acessórios de moda com linhas arrojadas  e funcionais.  
Seus produtos são  vendidos atualmente em quase 20 países, sendo também  mostrado em vários Museus de Arte Moderna (Dinamarca, Nova Iorque, Tóquio) e no Museu de Arte Contemporânea em Chicago.
Na China, desde 2003  ele produz uma linha de produtos eletrônicos de diversos segmentos, desde processadores de imagem, projetores de vídeo, música e outros de tecnologia de ponta.
Jerome faz de seu design a combinação de beleza e ergonomia , efetivando o '' leitmotiv ''do seu universo emocional.
Abaixo estão algumas imagens de produtos criados por ele.













JEROME OLIVET- DESIGN


  

A ENTREVISTA DA D'J RUTH FLOWERS OU ''MAMY ROCK''


Aqui está a entrevista  de Ruth Flower's  a Top D'J  de 69 anos conhecida por ''Fucking Great D'J", que tem sacudido a cena da música eletrônica para o site PDL de Portugal.  A entrevista foi concebida ano passado quando ela se apresentava naquele país.
 http://www.putadaloucura.com/- SPOA / Orel Simon – Photo by Marjorie Curty



Sabemos que tem uma agenda muito preenchida. Como é o seu dia a dia?
Os eventos são super corridos, super agitados, há sempre mudanças imprevisíveis e tenho que considerar tudo quando seleciono as músicas para tocar. Preciso sempre  procurar novas músicas para a festa e escolher outras músicas antigas que eu gosto de tocar. Como vivo na Inglaterra, tenho que ir frequentemente para Paris para estar com a minha equipe. Eu adoro tudo isto e aproveito cada momento. É tudo muito excitante e intenso.


Tudo começou com uma festa para o seu neto. Qual foi a reação do seu neto quando ele descobriu que a avó se ia dedicar à musica?
O meu neto é um grande amigo meu, ele acha bacana  ter uma avó DJ.

Já anteriormente a Ruth esteve envolvida com a música. Deu aulas durante 14 anos, inclusive deu aulas de canto em Portugal. Quais são as suas memórias de Portugal e o que a fez voltar para a Inglaterra?
Eu estive sempre envolvida no mundo da música a minha vida toda. Venho de uma família de artistas, todos os meus parentes do lado paterno estiveram de alguma forma ligados à música. Tanto tocavam instrumentos como cantavam, pois foram todos abençoados com vozes incríveis. O meu irmão mais velho tocava piano, órgão e guitarra. A minha irmã também tocava piano e órgão, e eu era a que tinha “a voz” e treinei como mezzo soprano. Eu não dei aulas de canto quando morei no Algarve, isso foi engano da comunicação social, eu cantei durante dez anos pela costa algarvia. Estive integrada num grupo com várias outras pessoas, quase todas profissionais do ramo aposentadas e diverti-me imensamente ao cantar para os portugueses. Foram 10 anos incríveis no Algarve, mas voltei para as minhas raízes. Voltei para Inglaterra por motivos pessoais

Existem muitos grandes DJ’s por todo o mundo, como se sente por ser “a nova sensação” e como se sente sendo uma “Fucking Great DJ?”
É algo estrondoso ser rotulada dessa maneira. A sensação… pode ser que seja uma sensação curta, ou espero eu, visto que o interesse é tão grande que seja uma sensação duradoura. Tenho a dizer que nas discotecas a reação que recebo de quem dança é positiva. De pista para pista onde toco é uma experiência incrível, os jovens são incríveis. Eu adoro ser DJ.


Ruth, PDL significa “Puta da Loucura”. Qual a coisa mais maluca que lhe aconteceu desde que se tornou DJ?
Um momento maluco desde que sou DJ, bem eu julgo que as opiniões que eu recebo dos meus fãs são um pouco malucas. Mas há muitas emotivas e eu sinto que alguns necessitam de alguma “esperança na vida” e se eu lhes der isso, fico satisfeita.

Concorda com “a idade não é uma barreira para nada”? É quase um lema de vida para si. Vê-se como um exemplo para alguém?
Porque é que seria impedida de fazer alguma coisa que goste de fazer por causa da minha idade? Se tiver a saúde e a energia para o fazer, porque não? Se alguém me vê como exemplo, como uma idosa a “testar as águas” para os outros, vamos a isso!

No seu Myspace podemos ouvir “If you don’t like my style kiss my ass”. O que diz ao pessoal que a critica? Ou simplesmente fascina-os com as suas músicas? Acha que as redes sociais têm-na ajudado a promover os seus eventos?
Podem ver as minhas páginas no Facebook, Twitter e no Myspace, bem como no meu site Mamy Rock. Eu vejo sempre o meu fan-mail. Deve haver pessoas que não gostam de mim, mas espero que não, ainda não tenho evidências disso.

Está cada vez mais ocupada, no futuro próximo tem planos para vir tocar a Portugal? Dos lugares que se lembra há algum onde gostava de ir tocar?
A minha agenda para o futuro está muito cheia, e sim, já tenho um convite para ir ao Algarve no início de Maio deste ano. Se for confirmado poderão ver-me em Vilamoura. Eu tenho muitas lembranças do Algarve e ainda tenho muitos amigos aqui, espero que venham me ver tocar.

A Ruth tem tem 69 anos e prova constantemente que a idade não importa e que não impõe limites. Há alguma coisa que deixou de fazer devido à idade? Ou é literalmente jovem de coração e maluca de espírito?
A minha idade nunca foi um problema, nascemos, vivemos e morremos, acontece e é da maneira que as coisas são. O que é que eu não posso fazer? Tento manter-me ativa e faço uma corrida leve aqui nas redondezas, eu ate já corri a maratona de Londres quando tinha 57 anos. Não sei se o faria tão bem agora, precisaria de treino. Da mesma maneira que iria precisar de treino de canto se voltasse a cantar.
69 é um número controverso mas que também tem o seu valor de mercado. Como é ter 69 anos? Além de ser a sua idade, esse número representa mais alguma coisa para si?
É claro que sei da conotação sexual do 69! Claro!

De todas as pessoas que trabalham para voce agora, produtores e diretores, a quais agradece mais? Use o PDL para mandar uma mensagem especial para uma pessoa especial.
Estou muito feliz desde que conheci o Aurelien Simon. Mesmo no início, há 5 anos ele mostrou me o que era o Electro e o House music. Fui a discotecas e pratiquei nas máquinas novas com alguns DJ's talentosos. Depois de várias semanas eu criei o meu estilo de mix, que tem uma linha de electro mas tem uns toques de músicas mais antigas que eu adoro. Por exemplo eu adoraria fazer um mix com Deadmau5, Daft Punk ou David Guetta, um remix com a grande Lady Gaga, com o James Brown ou um número dos Stones. Os meus favoritos mesmo são os Queen mas infelizmente o Freddie Mercury já cá não está. Eu adorava a música dele. Agora damo-nos todos muito bem, ainda tenho muito para aprender mas é uma grande aventura e espero que continue. Ainda estou a trabalhar com a minha equipa para produzir um single de Electro Rock que podem ouvir um pouco no meu Myspace.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Ruth Flowers- Mamy Rock a d'j mais velha embala vibrações sonoras





Muita gente talvez não a conheça, mas ela é considerada  uma   sensação no mundo da música eletrônica . Ela é a D'j Ruth Flowers ou Mamy Rock, uma sensação na Europa, por imprimir um estilo pessoal em seus set's musicais e  também por ser uma avó.
Ela é da Inglaterra e tem 69 anos e já tocou em diversos festivais e casas noturnas de diversos países, inclusive no Japão onde tem um número enorme de fãs que a cultuam. 
Dona de um estilo  musical próprio, ela comanda como uma ''diva'' a cena undreground por onde passa. As tv's européias não param de falar sobre ela.
Veja mais em www.mamyrock.com

OS GEMÊOS



O blog já publicou o trabalho da dupla ''OS GEMÊOS'' e eles sempre me emocionam.  Eles são uma referência na arte e no grafitti  brasileiro  que  iluminam nossos olhos através do diálogo das imagens produzidas.
Eles traduzem uma riqueza brasileira e um universo imaginário de sonhos, introduzindo a iconografia de um Brasil pelo grafitti.
Os irmãos Otávio e Gustavo Pandolfo nasceram em  São Paulo e são formados em desenho de comunicação pela Escola Técnica Estadual Carlos da Campos (São Paulo) e  começaram a pintar grafites em 1987 no bairro em que cresceram, o Cambuci. 
Eles acabaram se tornando uma das influências mais importantes na cena paulistana, ajudando a definir um estilo brasileiro do grafitti como linguagem.
Os trabalhos da dupla estão presentes em diferentes cidades dos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Grécia, Cuba, entre outros países. Os temas desenhados por eles  vão de retratos de família à crítica social e política.
Veja mais em www.osgemeos.com.br

Brincando com a dimensão futura na JET CASA de Jerome Olivet

Tem muita gente que é vidrada em futurismo. Inclusive a palavra  se tornou um clichê para denominar no mundo do  design,  qualquer produto que possua linhas  ou conceitos de estilo muito moderno . Ou mesmo algo que  apresenta um diferencial do que tem sido visto no mundo da forma. Eu prefiro sempre usar a palavra moderno , porque acho que se encaixa de maneira mais real. Tem certas palavras que de tanto serem usadas, parecem que me doem aos ouvidos e tiraram o real sentido  do que elas representam.  Ás vezes determinados termos,  parecem banalizar a imagem ou o conceito do que é proposto.
A ação de transformação e criação do design, sempre estão alinhados em confrontar novas atitudes diante da tecnologia, abrindo mil possibilidades de adequação de novos projetos e desenhos de produtos.
Estes dias me deparei com algo que achei bacana mostrar aqui no blog.  Trata-se de algo lúdico e que mostra possibilidades ''futuras''  ou ''modernas'' de criação , feitas por Jerome Olivet. 
Jerome é um cultuado designer francês contemporâneo e criou um projeto bacana chamado ''JET HOUSE''  que nos faz viajar no tempo. 
Sua criação  chamada ''jet casa'' é voltada  para uma vida futura. Ela é constituída de  três embarcações acopladas com um elevador, garagem para dois carros e será a definição de elegância arquitetônica no ano 2250,  ou  em uma dimensão alternativa. 
E  no mundo das possibilidades tudo é possivel dentro do design. O local para constituir ou alocar a casa seria dentro de uma geografia litorânea , onde o desenho arquitetônico  propõe  uma mistura de bem-estar e poder.
A casa parece um casulo e  todas as linhas convergem para o terraço.
A cor  da casa é branca, com  paredes que  imaculam o design em contraste com o solo  de espelho que reflete o céu , cheio de esperança de uma vida melhor. 
Aqui neste mundo tudo é possivel. Open your mind!





segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Registros de uma memória afetiva por Clica Voigt

Muitas vezes um simples olhar e uma máquina fotográfica,  podem gerar uma bela fotografia.
O blog tem feito diversos posts sobre alguns aspectos da fotografia  contemporânea, principalmente sobre  publicidade e a ''fashion photografie''.
Recebo diversos links de pessoas para publicar no Blog e vivo vasculhando sites específicos, pra selecionar o melhor material possível e racionalizar informações.
Nestas minhas buscas, me deparei com o trabalho de fotografia de Clica Voigt que vive em Florianópolis, com formação em arquitetura, fez televisão e nas horas vagas  cria um resgate fotográfico repleto de emoção cotidiana. 
Clica sutilmente aprendeu de maneira muito subjetiva, há ter uma dimensão muito particular de seus registros fotográficos.
Quando vi sua fotografia, confesso que fiquei impressionado com a expontaneidade  de sua linguagem , seu enquadramento e seu diálogo com o tema fotografado.
Ela com  simplicidade  e ao mesmo tempo com um olhar sensível e sofisticado, através de  uma máquina  polaróide, cria de maneira emocional  uma fotografia moderna.
Em princípio  voce poderia achar algo   simples e familiar, pórem o que Clica faz é um exercício primoroso de um  resgate afetivo e de muito bom gosto.
Por mais que a fotografia possa ter códigos subjetivos, Clica evidencia sensivelmente para os nossos olhos,  uma poesia fragmentada pela cor ''vintage'' de seu pequeno equipamento, dando-nos a possibilidade de guardar documentalmente a  memória de um tempo tão precioso em nossas vidas, como é a infância.
As imagens produzidas por ela, me lembram alguns editorias internacionais de fotografia que encontro  pela web. Já havia falado  da  luz e da cor encontrada muitas vezes na fotografia dos  fotógrafos asiáticos e de grandes  nomes da fotografia atual, onde há um rebuscamento de uma cor saturada e esmaecida.
Clica Voigt efetua com seu olhar o registro subjetivo de seus momentos ao lado de suas crianças, criando  uma memória afetiva existencial.
Através de sua camera ela dimensiona   uma leitura poética, apresentando  de maneira genial efeitos de cor,  luz e movimento repletos de modernidade e nostalgia.
O que é bacana em seu trabalho,  é perceber um despojamento  e uma expontaneidade de quem observa  genuinamente, o mundo com extrema delicadeza humana.
Seu diálogo com a imagem traduz uma vida cheia de pequenas emoções, com registros  amorosos de um tempo vivido com alegria.
Clica  Voigt exercita algo  nostálgico, dinâmico e romântico  para os  nossos dias. E  que para muitos  se perdeu, com a tecnologia encontrada nas modernas máquinas digitais. 
Atualmente há  um culto sobre as polaróides,  basta voce acessar por exemplo sites como o ''flickr'' e outros especializados, onde há uma evidência  constante  do purismo da fotografia encontrado na revelação obtida com este equipamento.
E Clica consegue estabelecer este diálogo fotografando dentro de um mundo controverso de  tecnologia, sem perder algo genial que é a expontaneidade de fotografar amorosamente  as crianças que estão a sua volta.
A fotografia produzida por ela nos faz pensar de maneira lúdica o tempo de nossas vidas, a felicidade de nossa infância e a afetividade intrínseca em nossa existência. 
Há uma pureza  e um sentimento grandioso em  seus registros que nos  revelam que é preciso estar atento ao nosso próprio mundo. E é possivel ter uma  grandeza de espírito  aberto, como ela deixa transparecer  em sua fotografia cotidiana.
Há algo de  uma humanidade que Clica Voigt exercita sensivelmente  pelo  olhar de sua Polaróide, que é fascinante.
Dá uma olhada nas imagens e se emocione.

 























domingo, 23 de janeiro de 2011

MARK VISSER RIDES- A DIMENSÃO DA IMAGEM NO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO


Mark Visser Promotional Video 2010 from Fortrus Sports on Vimeo.

O vídeo postado, tem a simples intenção de mostrar  como  o dimensionamento da imagem e som podem efetivar um clima de aventura sobre o esporte.
Não se pode deixar de perceber que o conceito criado pela direção de arte e  através da fotografia,  existe  um sensível universo criativo. 
A sintonia é marcar um sentimento aliando emoção entre ação,  imagem e som. 
A publicidade tem  transgredido cada vez mais  a midia convencional e efetua  através da web , novos meios de comunicação interativa por meio  do vídeo promocional.
Atualmente o vídeo promocional através do marketing é usado constamente  como recurso que  antecipa e conceitualiza uma idéia, um estilo de vida ou mesmo, um produto ou serviço.
A tecnologia da comunicação brinca com o purismo da imagem e a maneira como ela é apresentada , revelando  novas leituras sobre o mundo contemporâneo.
Como sempre digo ''open your eyes, open your mind''!
Nosso grande artista e designer gráfico  daqui de Florianópolis, Marcelo Barnero, diria ''Voe''!

MARKS VISSER RIDES JAWS AT NIGHT - VIDEO

BANKOK GLOW CLUB

Recebi imagens e informações  através de amigos sobre Bancoc (Tailândia), falando de sua atmosfera comparável a de metrópoles como São Paulo e Nova York - centros de gastronomia e entretenimento que nunca param. A cidade é conhecida pela intensa vida noturna e pela tecnologia que mistura modernidade com tradição.
E no clima high tech da cidade está o Bankok Glow Club, um dos mais renomados clubes noturnos da Tailândia, frequentado por artistas, curiosos e gente do mundo inteiro. O club alcançou fama internacional pelos eventos que promove e pelos projetos de interior,  iluminação e som.
Ao contrário de muitas casas noturnas em Bangcoc,  o Glow Club trabalha com um  conceito underground trazendo Dj's internacionais e do país, oferecendo tecnologia de ponta para as experiências sonoras da eletronic music.
Se voce quiser entrar no clima  aqui estão os links  www.glowbkk.com/the-club/ e  www.ubradio.net